<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-4577572015085597793</id><updated>2012-02-17T01:38:42.736-03:00</updated><title type='text'>Histórias Ambientais</title><subtitle type='html'>É uma proposta de articulação entre os diversos saberes sobre  meio ambiente, a partir , num primeiro instante , de um olhar reflexivo, histórico, sobre a Floresta com Araucária no Estado do Paraná.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://historiasambientais.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577572015085597793/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historiasambientais.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Ana Lizete Farias</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>16</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4577572015085597793.post-9213120851695019680</id><published>2007-04-23T20:00:00.000-03:00</published><updated>2007-04-24T20:52:16.246-03:00</updated><title type='text'>Só para relembrar!</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_t_I6AIPuSCY/Ri1AnBIvbEI/AAAAAAAAAFo/VMb4gw4RBvU/s1600-h/papagaio+peito+roxo.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_t_I6AIPuSCY/Ri1AWhIvbDI/AAAAAAAAAFg/1KL5K-bu6NI/s1600-h/serelepe.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#cccccc;"&gt;No livro do Warren Dean, a Ferro e Fogo, a História e a Devastação da Mata Atlântica Brasileira (1995: já se vão 12 anos...) lá no final, ele coloca o seguinte :&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ffff99;"&gt;"uma pesquisa de opinião de 1987 demonstrou que 90% dos brasileiros vivendo nos antigos domínios da Mata Atlântica nunca tinham ouvido falar dela. O modo de seu desaparecimento foi apagado do banco de memória até de sua classe média:apenas 2.6% de uma amostra de estudantes do Paraná na cidade de Maringá foram capazes,em 1983, de lembrar que, vinte anos antes, sua região havia passado por seca , geada, e incêndios catastróficos que destruíram 21 mil km2 das florestas de seu estado. NÃO DEVERIA ESTE HOLOCAUSTO PRODUZIDO PELO HOMEM SER RELATADO DE GERAÇÃO EM GERAÇÃO? Não deveria o manual de história aprovado pelo Ministério de Educação começar assim: Crianças, vocês vivem em um deserto, vamos lhes contar como foi que foram deserdadas"?&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ffff99;"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5056769201829538898" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_t_I6AIPuSCY/Ri1AzBIvbFI/AAAAAAAAAFw/rugpb5GoSis/s400/picapau.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;span style="color:#cccccc;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;(Foto: Ministério do Meio Ambiente, Força Tarefa para a Criação das novas Unidades de Conservação da Araucária) &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4577572015085597793-9213120851695019680?l=historiasambientais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historiasambientais.blogspot.com/feeds/9213120851695019680/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4577572015085597793&amp;postID=9213120851695019680' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577572015085597793/posts/default/9213120851695019680'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577572015085597793/posts/default/9213120851695019680'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historiasambientais.blogspot.com/2007/04/s-para-relembrar.html' title='Só para relembrar!'/><author><name>Ana Lizete Farias</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_t_I6AIPuSCY/Ri1AzBIvbFI/AAAAAAAAAFw/rugpb5GoSis/s72-c/picapau.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4577572015085597793.post-4652549849736255252</id><published>2007-04-23T19:32:00.000-03:00</published><updated>2007-04-23T19:59:59.230-03:00</updated><title type='text'>De Repente, nas Profundezas do Bosque...</title><content type='html'>&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;Sou uma pessoa bastante curiosa e , por tudo o que aqui se encontra já escrito, profundamente intrigada com a questão humana versus meio ambiente. Existe um "link" entre nosso confortável dia a dia e a destruição eminente. Sigo assim, em caminhos outros, buscando em outras paragens respostas para isto que me faz questão.&lt;br /&gt;Encontro a resenha de um livro no Jornal Estado de São Paulo deste domingo, dia 22 de abril, aliás Dia da Terra...a Terra dos Nossos Sonhos. Algo ressalta ao meus olhos e me induz à leitura: "HISTÓRIA SE PASSA EM ALDEIA ONDE OS ANIMAIS SÃO LENDAS".&lt;br /&gt;Trata-se do livro do escritor israelense Amós Oz chamado "De Repente, nas Profundezas do Bosque".&lt;br /&gt;Eis o comentário produzido por Wilson Bueno:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;"&lt;em&gt;Conta o autor a história de uma aldeia de onde desapareceram (ou foram extintos?) todos os animais - dos silvestres aos domésticos e onde não sobrou sequer um único pardal ou o mais reles cupim, tudo virou 'lenda'. Tudo acontece apenas na memória, entre outros, da professora Emanuela, mal-amada e obsessiva, a história pretérita da aldeia, com sua diversificada e inquieta fauna, seus cães e gatos, passarinhos e borboletas, sapos e mariposas, tudo se converte no delírio de quem, a exemplo dela, por sozinha e carente, vive no mundo do 'era uma vez'...As novas gerações duvidam, e duvidam tenazmente, de que tais elementos 'fantasmagóricos' tenham um dia existido. A não ser na fértil imaginação dos mais velhos... Uma gente disposta a fazer do passado, como de hábito, exercício fantasioso, seja pelo viés da nostalgia que marca as lembranças acossadas pelo devaneio, seja porque não tendo o que contar, mais que 'inventam' - 'fabulizam', 'viajam' no passado por tudo o que de 'in-provável' mora nele.Provocadas pelo mistério, duas crianças aldeãs, Maia e Mati, decidem empreender percuciente investigação à cata da verdade. &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;De novo, a fábula da fábula se coloca impactante e desafiadora - terão existido mesmo os bichos de que falam os mais velhos ou tudo não passa da projeção de vidas sem história e, porque sem história, plenas de invencionices as mais exacerbadas? Como podem existir seres que voam e trinam? Que estórias são estas em que uns tais de cães ladram e uns que tais cavalos relincham?(...) .Os bichos, todos os bichos desapareceram da aldeia porque maltratados por seus habitantes: os cavalos, porque chicoteados sistematicamente; os gatos porque afogados e apedrejados; os cães porque duramente castigados por seus donos; os insetos porque dizimados por toda sorte de venenos."&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;Bom ,eu não li ainda o livro mas confesso que fiquei bastante curiosa pois dizem , por aí, que a vida imita a arte ...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;Leia um trechinho do livro &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;Capítulo 1&lt;br /&gt;&lt;em&gt;A professora Emanuela explicou à classe como é um urso, como os peixes respiram e que sons a hiena produz à noite. Ela também pendurou na sala gravuras de animais e aves. Quase todos os alunos debocharam dela, porque nunca na vida tinham visto um animal sequer. E muitos deles não acreditaram que existissem no mundo tais criaturas. Pelo menos nas redondezas. Sem contar, disseram, sem contar que a professora não tinha conseguido encontrar na aldeia alguém que topasse ser seu marido, e por isso, disseram, a cabeça dela estava cheia de raposas, pardais, todo o tipo de invencionice que as pessoas sozinhas criam devido à solidão.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4577572015085597793-4652549849736255252?l=historiasambientais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historiasambientais.blogspot.com/feeds/4652549849736255252/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4577572015085597793&amp;postID=4652549849736255252' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577572015085597793/posts/default/4652549849736255252'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577572015085597793/posts/default/4652549849736255252'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historiasambientais.blogspot.com/2007/04/de-repente-nas-profundezas-do-bosque.html' title='De Repente, nas Profundezas do Bosque...'/><author><name>Ana Lizete Farias</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4577572015085597793.post-2458039580061175639</id><published>2007-04-15T16:54:00.000-03:00</published><updated>2007-04-16T18:16:54.952-03:00</updated><title type='text'>Conservação?Tempo?Filosofia?</title><content type='html'>&lt;span style="color:#999999;"&gt;Neste processo de reflexão, confuso caminho ou mesmo tortuoso encontro este texto do Dr. Ibsen Gusmão de Câmara na Revista Conservação e Natureza,2004. No início do artigo ele resgata uma passagem escrita por Marius Jacobs :&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#99ffff;"&gt;"algo ocorreu com o termo conservação.Em folheto do Centro de Conservação para o Desenvolvimento da IUCN (União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais) , a palavra é definida como "manejar nosso uso do meio ambiente para garantir o máximo de benefícios para o homem - no presente e no futuro". Isto soa mais como uma intenção de conservar o homem do que a natureza...Entretanto, o benefício para o homem não conhece limites:na nova acepção restrita , conservação é definida para [atender ao] único animal cujas necessidades são infinitas, e ao qual todos os outros devem subordinar-se ...um conceito tendencioso se esconde no lema "Conservação para o Desenvolvimento". A conservação age a longo prazo. Um milênio é uma ninharia.Poucos se lembram de que foram necessários 35.000 milênios para que as floresta da Malásia evoluíssem... O processo ao qual todas as criaturas devem tudo, a evolução, é que deve ser protegido em primeiro lugar....Agora, no desenvolvimento, tudo é feito às pressas ...Conservação para o Desenvolvimento então significa que devemos subordinar o permanente ao temporário...Na verdade conservação sempre significou:proteger a natureza.De quê?Claro está, do &lt;em&gt;Homo sapiens&lt;/em&gt;.É tão simples quanto isto."&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#999999;"&gt;Dr Gusmão continua sua análise ( o artigo realmente merece ser lido em sua totalidade):&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#999999;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#999999;"&gt;Desde a" explosão cambriana ", há cerca de 540 milhões de anos, quando surgiram quase todos os filos dos seres multicelulares, no curto, do ponto de vista geológico- espaço de cinco a dez milhões de anos, a Terra presenciou pelo menos cinco intensos episódios de extinção em massa, cujas causas naturais ainda não estão satisfatoriamente esclarecidas . No que pesem estes espamos de extinção e a ocorrência lenta e ininterrupta de desaparecimento de espécies durante os seus intervalos, a evolução permitiu que a diversidade biológica , apesar de altos e baixos, tenha se mantido com tendência de aumento. os primeiros hominídeos provavelmente a viram em seu apogeu. Hoje , contudo, nos encontramos envolvidos em uma sexta crise com intensidade comparável às do passado.(....) Mas a crise atual é diferente. pela primeira vez ela foi provocada por uma única espécie: o homem.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#999999;"&gt;A consequência mais grave e duradoura dessa recente catastrófe biológica são suas profundas repercussões no futuro da vida .Cada espécie desaparecida significa a eliminação antecipada de todas as demais formas de vida que dela eventualmente poderiam derivar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color:#999999;"&gt;(...) A conservação da natureza é um dever ético da espécie humana(....)!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Ibsen Gusmão de Câmara.As Unidades de Conservação e o paradigma de Durban.Revista Natureza e Conservação.outubro de 2004.volume 2.número 2. Fundação Boticário de Proteção à Natureza.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4577572015085597793-2458039580061175639?l=historiasambientais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historiasambientais.blogspot.com/feeds/2458039580061175639/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4577572015085597793&amp;postID=2458039580061175639' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577572015085597793/posts/default/2458039580061175639'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577572015085597793/posts/default/2458039580061175639'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historiasambientais.blogspot.com/2007/04/conservaotempofilosofia.html' title='Conservação?Tempo?Filosofia?'/><author><name>Ana Lizete Farias</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4577572015085597793.post-7750323964249380593</id><published>2007-04-15T16:21:00.000-03:00</published><updated>2007-04-16T18:19:22.924-03:00</updated><title type='text'>As ameaças que perpetuam</title><content type='html'>Enquanto o debate avança sobre a questão das mudanças climáticas pelas notícias geradas através do relatório do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas(IPCC) a discussão sobre a preservação da Floresta com Araucária permanece no seu mais absoluto, aterrorizante silêncio.&lt;br /&gt;Com certeza, e muito já se disse sobre isso,neste exato momento, em algum lugar , alguma araucária está sendo abatida...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4577572015085597793-7750323964249380593?l=historiasambientais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historiasambientais.blogspot.com/feeds/7750323964249380593/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4577572015085597793&amp;postID=7750323964249380593' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577572015085597793/posts/default/7750323964249380593'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577572015085597793/posts/default/7750323964249380593'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historiasambientais.blogspot.com/2007/04/as-ameaas-que-perpetuam.html' title='As ameaças que perpetuam'/><author><name>Ana Lizete Farias</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4577572015085597793.post-6484601321990142388</id><published>2007-03-28T15:39:00.000-03:00</published><updated>2007-03-29T07:25:08.365-03:00</updated><title type='text'>Elementos da Paisagem:formas, por Miguel Von Behr</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_t_I6AIPuSCY/Rgq4bgyBOFI/AAAAAAAAAFU/PcJfw2WGBcA/s1600-h/forma2.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5047049115217770578" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_t_I6AIPuSCY/Rgq4bgyBOFI/AAAAAAAAAFU/PcJfw2WGBcA/s400/forma2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_t_I6AIPuSCY/Rgq3fgyBOEI/AAAAAAAAAFM/fAK_LEtRKpI/s1600-h/forma3.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5047048084425619522" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_t_I6AIPuSCY/Rgq3fgyBOEI/AAAAAAAAAFM/fAK_LEtRKpI/s400/forma3.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="right"&gt;&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_t_I6AIPuSCY/Rgq3QQyBODI/AAAAAAAAAFE/4vuk0ePLIPc/s1600-h/tronco10.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5047047822432614450" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_t_I6AIPuSCY/Rgq3QQyBODI/AAAAAAAAAFE/4vuk0ePLIPc/s400/tronco10.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_t_I6AIPuSCY/Rgq2_wyBOCI/AAAAAAAAAE8/aPEHH0NURBs/s1600-h/forma2.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4577572015085597793-6484601321990142388?l=historiasambientais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historiasambientais.blogspot.com/feeds/6484601321990142388/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4577572015085597793&amp;postID=6484601321990142388' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577572015085597793/posts/default/6484601321990142388'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577572015085597793/posts/default/6484601321990142388'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historiasambientais.blogspot.com/2007/03/elementos-da-paisagemformas-por-miguel.html' title='Elementos da Paisagem:formas, por Miguel Von Behr'/><author><name>Ana Lizete Farias</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_t_I6AIPuSCY/Rgq4bgyBOFI/AAAAAAAAAFU/PcJfw2WGBcA/s72-c/forma2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4577572015085597793.post-5958801093598893928</id><published>2007-03-27T20:23:00.000-03:00</published><updated>2007-03-27T20:33:37.782-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4577572015085597793-5958801093598893928?l=historiasambientais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historiasambientais.blogspot.com/feeds/5958801093598893928/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4577572015085597793&amp;postID=5958801093598893928' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577572015085597793/posts/default/5958801093598893928'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577572015085597793/posts/default/5958801093598893928'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historiasambientais.blogspot.com/2007/03/blog-post.html' title=''/><author><name>Ana Lizete Farias</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4577572015085597793.post-3250555811668724122</id><published>2007-03-27T16:58:00.000-03:00</published><updated>2007-03-28T15:51:19.132-03:00</updated><title type='text'>A Leitura da Paisagem - Parte Um</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#999999;"&gt;Poucas são as formações florestais brasileiras que têm sua fisionomia tão bem caracterizada pela presença de uma espécie vegetal como a Floresta Ombrófila Mista (segundo o sistema de classificação do IBGE) ou Floresta de Araucária. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#999999;"&gt;A Floresta com Araucária é reconhecida como um conjunto vegetacional com fisionomia característica, recebendo denominações diversas, tais como floresta de pinheiros, pinhais, pinheirais, zona dos pinhais, mata de Araucária e floresta aciculifoliada subtropical, entre outras.&lt;br /&gt;É característica do sul do Brasil se constituindo num ecossistema único no planeta pela presença predominante do pinheiro-do-paraná ou pinheiro-brasileiro (Araucaria angustifolia), uma das espécies mais antigas da flora brasileira.&lt;br /&gt;A araucária chega a viver até 700 anos, alcançando diâmetro de dois metros e altura de até 50 metros apresentando árvores de tronco reto onde as copas dão um destaque especial à paisagem.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#999999;"&gt;No sub-bosque da floresta ocorre uma complexa e grande variedade de espécies, como a canela sassafrás, a imbuia, e o xaxim, espécies ameaçadas de extinção, algumas das quais endêmicas.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color:#999999;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#999999;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4577572015085597793-3250555811668724122?l=historiasambientais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historiasambientais.blogspot.com/feeds/3250555811668724122/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4577572015085597793&amp;postID=3250555811668724122' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577572015085597793/posts/default/3250555811668724122'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577572015085597793/posts/default/3250555811668724122'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historiasambientais.blogspot.com/2007/03/leitura-da-paisagem-parte-1.html' title='A Leitura da Paisagem - Parte Um'/><author><name>Ana Lizete Farias</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4577572015085597793.post-5753139423560312868</id><published>2007-03-20T18:46:00.000-03:00</published><updated>2007-03-20T20:08:24.702-03:00</updated><title type='text'>A Floresta na Cultura</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_t_I6AIPuSCY/RgBl7at4_yI/AAAAAAAAAD0/02OXYYYI7JA/s1600-h/araucaria+esfumaÃ§ada.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5044143654113443618" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_t_I6AIPuSCY/RgBl7at4_yI/AAAAAAAAAD0/02OXYYYI7JA/s400/araucaria+esfuma%C3%A7ada.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_t_I6AIPuSCY/RgBi36t4_xI/AAAAAAAAADs/zxBVw-ix7V4/s1600-h/AraucÃ¡ria_Lua.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;Comemora-se amanhã,  o dia da Floresta, 21 de março. Pergunto-me:comemora-se onde? de que jeito? de que forma? As comemorações hoje em dia já não fazem parte  do cotidiano dos indivíduos. De qualquer forma o texto abaixo faz parte dessa proposta de reflexão!&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;As atuais comemorações do Dia Mundial da Floresta têm as suas raízes em manifestações mais longínquas, nomeadamente o ancestral culto das Árvores e das Florestas que existiu em diversas culturas primitivas ou muito antigas, cuja simbologia nalguns casos ainda hoje perdura.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;A Árvore é um dos temas simbólicos mais ricos e mais generalizados de todos os tempos e civilizações:&lt;br /&gt;*símbolo de verticalidade estabelecendo a comunicação entre o mundo subterrâneo (pelas suas raízes), a superfície da terra (pelo tronco) e as alturas (através dos ramos e da copa);&lt;br /&gt;símbolo da vida;&lt;br /&gt;* símbolo da transformação e evolução (ciclos anuais, morte e regeneração);&lt;br /&gt;* símbolo do sagrado: em certas religiões antigas, nomeadamente nas pré-helênica e Celtas havia árvores consagradas aos deuses; &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;*símbolo de uma família, de uma cidade, de um rei ou de um país (folha de ácer no Canadá, o cedro no Líbano, a palmeira de Cuba);&lt;br /&gt;* símbolo de fecundidade, da fertilidade, da vida (no deserto não há árvores);&lt;br /&gt;* símbolo da vida do espírito e do conhecimento; &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;* símbolo de segurança (pela sua estabilidade) e de protecção (pela sua sombra).&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;As árvores ultrapassando largamente os homens em dimensão, em altura e em longevidade, quase parecendo eternas, adquirem uma dimensão "sobrenatural" de representantes dos deuses e por isso foram frequentemente consideradas sagradas e tornadas objeto de culto.&lt;br /&gt;Os Gregos e os Romanos tinham o culto de várias divindades que associaram às árvores: a oliveira era a árvore de Minerva, o choupo de Hércules, o pinheiro de Cibele, o loureiro de Apolo, o freixo de Marte e o carvalho de Júpiter, por exemplo.&lt;br /&gt;Os Celtas acreditavam na magia das árvores e que cada uma possuía o seu próprio poder. Dividiram o ano em 21 partes e atribuíram a cada uma delas uma árvore sagrada.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;Diferentes árvores têm diferentes simbologias associadas: o carvalho representa solidez, potência, longevidade, força, majestade, sabedoria e hospitalidade; o castanheiro, previdência; a cerejeira, pureza, felicidade, prosperidade; a nogueira o dom da profecia; o cipreste, luto e longevidade, virtudes espirituais, santidade; o loureiro, imortalidade e glória; a oliveira simboliza a paz, fecundidade, purificação; o salgueiro chorão, morte, tristeza, imortalidade e a tília amizade e fidelidade.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;Essa mesma simbologia estendeu-se também às florestas. O desconhecido, a dificuldade de ver ao longe, a obscuridade no seu interior e os ruídos estranhos e indefinidos constituíram fonte de inquietação para os homens e tornaram as florestas, em diversas civilizações, local de culto, de reunião de druidas, de oráculos, de lendas, de aplicação de justiça ou ainda lugar de cerimónia de iniciação de adolescentes ou de sepultura. &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;A floresta como espaço de mistério, de forças ocultas e sentimentos conflituais excita a imaginação e o fantástico constituindo-se como fonte inesgotável de mitos, crenças, lendas, fábulas, contos infantis e contos de fadas, assim como espaço habitado por espíritos, uns bons e outros maus, uns visíveis e outros invisíveis, como as fadas, as ninfas, os troll, os ogres, as dríades, os faunos, os sátiros, os gnomos, os elfos, os lobisomens e o próprio diabo.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;(adaptado de &lt;a href="http://www.naturlink.pt/canais/Artigo.asp?iCanal=1&amp;iSubCanal=11&amp;amp;iArtigo=194&amp;iLingua=1"&gt;http://www.naturlink.pt/canais/Artigo.asp?iCanal=1&amp;amp;iSubCanal=11&amp;iArtigo=194&amp;amp;iLingua=1&lt;/a&gt;)&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4577572015085597793-5753139423560312868?l=historiasambientais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historiasambientais.blogspot.com/feeds/5753139423560312868/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4577572015085597793&amp;postID=5753139423560312868' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577572015085597793/posts/default/5753139423560312868'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577572015085597793/posts/default/5753139423560312868'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historiasambientais.blogspot.com/2007/03/floresta-na-cultura.html' title='A Floresta na Cultura'/><author><name>Ana Lizete Farias</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_t_I6AIPuSCY/RgBl7at4_yI/AAAAAAAAAD0/02OXYYYI7JA/s72-c/araucaria+esfuma%C3%A7ada.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4577572015085597793.post-6633997481847109574</id><published>2007-03-18T15:52:00.000-03:00</published><updated>2007-03-19T19:32:18.253-03:00</updated><title type='text'>Diário da Araucária, 18 de março de 2007</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#ff99ff;"&gt;Esta semana tivemos muitas noticias circulando de que Marina Silva continua como Ministra do Meio Ambiente. Isto é algo bom apesar de sabermos das pressões contrárias existentes, principalmente, por conta do embate para implantação dos ditos "&lt;em&gt;grandes projetos para o desenvolvimento do nosso país&lt;/em&gt;". &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff99ff;"&gt;Sabemos, com certeza, de que este segundo mandato será de maior desafio ainda para a Ministra mas suas palavras de que "&lt;em&gt;&lt;strong&gt;eu&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;me alimento de fé, determinação e desafios&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;" (Jornal Folha de São Paulo, 7 de janeiro de 2007) deixam transparecer um pouco dessa mulher extraordinária e, que teremos muito a ganhar com a sua permanência.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff99ff;"&gt;Marina tem se comprometido com a preservação da Floresta com Araucária, estimulando a criação de novas áreas para sua proteção bem como apoiado- através da Diretoria de Proteção do IBAMA- a realização de operações de fiscalização na região sul.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff99ff;"&gt;Mas apesar dos avanços é preciso mais...precisamos nos deixar tocar por uma energia de vida, pulsante , para alimentar a nossa fé e guiar os nossos passos em direção ao que é preciso ser feito: é preciso "pensar" um grande projeto de conservação na região sul, é preciso instituir um serviço de inteligência no combate ao crime ambiental. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff99ff;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff99ff;"&gt;Precisamos fomentar parcerias, tecer laços mais permanentes em torno do objeto comum de nosso desejo , se é que assim posso chamar , esse comprometimento com a conservação ( que admite uso sustentável) e com a preservação (intocável) do pouco que resta dessas nossas Reservas Ambientais que alimentam o nosso imaginário e sem as quais não podemos sobreviver.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff99ff;"&gt;Semana passada tivemos mais noticias sobre a continuidade do processo de desmatamento em Santa Catarina (&lt;/span&gt;&lt;a href="http://blogdoplaneta.globolog.com.br/"&gt;&lt;span style="color:#ff99ff;"&gt;http://blogdoplaneta.globolog.com.br/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#ff99ff;"&gt;). &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#ff99ff;"&gt;Nesta semana, aqui no Paraná a empresa &lt;span style="font-size:180%;"&gt;Berneck&lt;/span&gt; foi autuada pelo Instituto Ambiental do Paraná, pelo corte de mais de 13 mil árvores incluindo araucárias, no munícípio da Lapa.Árvores em estágio médio de sucessão.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff99ff;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff99ff;"&gt;Então ... é nesse movimento, que ora elaboro, que procuro ter acesso à dimensão dessa história que nos vem do passado e que incessantemente não para de se inscrever: os desmatamentos e aquilo que representam, algo do discurso social que ainda não está BEM DITO.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff99ff;"&gt;É preciso mais do que foi feito... é preciso nos superar na proteção dos últimos remanescentes da Araucária.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff99ff;"&gt;Tempo de pensar!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color:#ff99ff;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4577572015085597793-6633997481847109574?l=historiasambientais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historiasambientais.blogspot.com/feeds/6633997481847109574/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4577572015085597793&amp;postID=6633997481847109574' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577572015085597793/posts/default/6633997481847109574'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577572015085597793/posts/default/6633997481847109574'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historiasambientais.blogspot.com/2007/03/dirio-da-araucria-18-de-maro-de-2005.html' title='Diário da Araucária, 18 de março de 2007'/><author><name>Ana Lizete Farias</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4577572015085597793.post-4079183191084203787</id><published>2007-03-13T16:01:00.000-03:00</published><updated>2007-03-13T16:54:31.446-03:00</updated><title type='text'>O Futuro de Uma Ilusão</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#ccffff;"&gt;&lt;em&gt;(...) Foi precisamente por causa dos perigos com que a natureza nos ameaça que nos reunimos e criamos a civilização, a qual também,entre outras coisas , se destina a tornar possível nossa vida comunal, pois a principal missão da civilização, sua &lt;strong&gt;raison d"etre&lt;/strong&gt; real, é nos defender contra a natureza.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5041495348062439122" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_t_I6AIPuSCY/Rfb9Tt4LxtI/AAAAAAAAADM/yrCZvle9PB0/s400/palmas.jpg" border="0" /&gt; &lt;a href="http://bp0.blogger.com/_t_I6AIPuSCY/RfcAON4LxwI/AAAAAAAAADk/9eJxjlPPeoY/s1600-h/floresta+raleada.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5041498552108041986" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_t_I6AIPuSCY/RfcAON4LxwI/AAAAAAAAADk/9eJxjlPPeoY/s400/floresta+raleada.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_t_I6AIPuSCY/Rfb_-N4LxvI/AAAAAAAAADc/l38kTdYrvj0/s1600-h/encosta.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5041498277230135026" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_t_I6AIPuSCY/Rfb_-N4LxvI/AAAAAAAAADc/l38kTdYrvj0/s400/encosta.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#ccffff;"&gt;&lt;em&gt;Todos sabemos que, de diversas maneiras, a civilização já faz isto bastante bem, e é claro que , na medida em que o tempo passa , o fará muito melhor.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#ccffff;"&gt;&lt;em&gt;Ninguém , no entanto, alimenta a ilusão de que a natureza já foi vencida, e poucos se atrevem a ter esperanças de que ela um dia se submeta ao homem.Há os elementos que parecem escarnecer de qualquer controle humano:a terra, que treme, se escancara e sepulta toda a vida humana e suas obras;a água, que inunda e afoga tudo num torvelinho;as tempestades, que arrastam tudo que se lhes antepõe;as doenças que, só recentemente identificamos como sendo ataques de outros organismos, e, finalmente, o penoso enigma da morte,contra o qual remédio algum foi encontrado e provavelmente nunca será.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ccffff;"&gt;É com essas forças que a natureza se ergue contra nós, majestosa, cruel e inexorável; uma vez mais nos traz à mente nossa fraqueza e desemparo, de que pensávamos ter fugido através do trabalho de civilização.&lt;/span&gt; &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#cccccc;"&gt;Sigmund Freud .O futuro de uma ilusão (1927).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#cccccc;"&gt;Fotos:Helio Sydol, IBAMA/PR-Operação de Fiscalizaçao em Palmas -PR,2006&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4577572015085597793-4079183191084203787?l=historiasambientais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historiasambientais.blogspot.com/feeds/4079183191084203787/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4577572015085597793&amp;postID=4079183191084203787' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577572015085597793/posts/default/4079183191084203787'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577572015085597793/posts/default/4079183191084203787'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historiasambientais.blogspot.com/2007/03/o-futuro-de-uma-iluso.html' title='O Futuro de Uma Ilusão'/><author><name>Ana Lizete Farias</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_t_I6AIPuSCY/Rfb9Tt4LxtI/AAAAAAAAADM/yrCZvle9PB0/s72-c/palmas.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4577572015085597793.post-4535842427084656461</id><published>2007-03-11T17:15:00.000-03:00</published><updated>2007-03-13T16:01:07.933-03:00</updated><title type='text'>Restarão tão poucas árvores em sua floresta que um menino poderá contá-las...(Isaías:10-19)</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_t_I6AIPuSCY/RfWrDd4LxrI/AAAAAAAAAC8/8E7fgNssY3Y/s1600-h/desvastaÃ§Ã£o.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5041123433959376562" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_t_I6AIPuSCY/RfWrDd4LxrI/AAAAAAAAAC8/8E7fgNssY3Y/s400/desvasta%C3%A7%C3%A3o.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#cccccc;"&gt;Região de Guarapuava, 2005. Incêndio criminoso -Foto Hélio Sydol-IBAMA/PR&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_t_I6AIPuSCY/RfR5st4LxpI/AAAAAAAAACs/xNuV9dLyFNU/s1600-h/Graphic2.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#cccccc;"&gt;Informações sobre a extensão original da Floresta com Araucária ou Floresta Ombrófila Mista estimam em cerca de 182.295 Km2 nos Estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Segundo Mack (1968), o Paraná possuia a maior área - 73.780 km2 ou 37 % da área do Estado .&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5040788430805255842" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_t_I6AIPuSCY/RfR6Xt4LxqI/AAAAAAAAAC0/VKYbxkJRiEA/s400/mapa+araucaria+original.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="color:#cccccc;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;(Fonte:www.sosmatatlantica.org.br/)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="color:#cccccc;"&gt;&lt;strong&gt;Os limites de ocorrência da Floresta com Araucária no Estado do Paraná&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5040770907338688098" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" height="270" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_t_I6AIPuSCY/RfRqbt4LxmI/AAAAAAAAACU/lyc89GPzkAI/s400/limites+da+Floresta.jpg" width="399" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#cccccc;"&gt;A cobertura florestal existente no estado do Paraná, de acordo com os estudos realizados pelo Ministério do Meio Ambiente através do Projeto de Conservação e Utilização Sustentável da Diversidade Biológica Brasileira -PROBIO, finalizado em 2001, foi subdividida em três categorias: estágio inicial, médio e avançado, representando respectivamente, as florestas nativas de menor para maior biodiversidade. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#cccccc;"&gt;Os estudos diagnosticam que as &lt;span style="color:#33ffff;"&gt;florestas em estágio inicial de sucessão&lt;/span&gt; (capoeirões e florestas que foram intensamente exploradas) &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#33ffff;"&gt;totalizaram na Floresta com Araucária, 1.164.425 ha (14,04 % da área do bioma). &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#cccccc;"&gt;&lt;span style="color:#33ffff;"&gt;As florestas em estágio médio de conservação totalizaram 1.200.168 ha , cerca de 14,47 % da área do bioma&lt;/span&gt;. Estas florestas apresentam uma série de situações distintas, desde áreas abandonadas e não degradadas durante um período de mais de 40 anos, em franco processo de recuperação, ou, florestas bem desenvolvidas, onde houve uma degradação intensa, mas ainda guardando uma certa diversidade florística e de formas de vida. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Já as florestas em estágio avançado de sucessão&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;representam apenas 0,8 % (66.109 ha),&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#cccccc;"&gt;encontrando-se espalhadas em diversas regiões no estado. E são estes remanescentes, de extrema importância ambiental que estão sofrendo impactos por conta do desmatamento indiscriminado acarretando a perda de sua biodiversidade e mesmo total aniquilação. Os resultados do PROBIO, &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;em 2001,&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;alertavam que&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;, no atual processo de intervenção, em menos de 10 anos não será possível mais identificá-los.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cccccc;"&gt;Na figura do mapa abaixo, podemos a visualizar, de certa forma, a situação descrita acima. Os tons de verde mais escuro se referem aos remanescentes de Floresta em estágio médio de sucessão e os tons mais amarelos , os de estágio inicial. As grandes áreas em vermelho são os reflorestamentos . Infelizmente, mesmo tendo em mãos o mapa original (escala 1:600.000) , as áreas em estágio avançado de sucessão são bastante dificeis de serem vistas .&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5040769756287452754" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_t_I6AIPuSCY/RfRpYt4LxlI/AAAAAAAAACM/Oj-t-HgZqh8/s320/Mapa+do+PROBIO.jpg" border="0" /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#cccccc;"&gt;Mapa dos Remanescentes da Floresta com Araucária no Estado do Paraná&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#cccccc;"&gt;Fonte das informações&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#cccccc;"&gt;A Floresta com Araucária no Paraná:conservação e diagnóstico dos remanescentes florestais. Fundação de Pesquisas Florestais do Paraná;apoio:Projeto de Conservação e Utilização Sustentável da Diversidade Biológica Brasileira -PROBIO:organizadores, Paulo Roberto Castella, Ricardo Miranda de Britez.Brasília:Ministério do Meio Ambiente,2004.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4577572015085597793-4535842427084656461?l=historiasambientais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historiasambientais.blogspot.com/feeds/4535842427084656461/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4577572015085597793&amp;postID=4535842427084656461' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577572015085597793/posts/default/4535842427084656461'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577572015085597793/posts/default/4535842427084656461'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historiasambientais.blogspot.com/2007/03/restaro-to-poucas-rvores-em-sua.html' title='Restarão tão poucas árvores em sua floresta que um menino poderá contá-las...(Isaías:10-19)'/><author><name>Ana Lizete Farias</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_t_I6AIPuSCY/RfWrDd4LxrI/AAAAAAAAAC8/8E7fgNssY3Y/s72-c/desvasta%C3%A7%C3%A3o.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4577572015085597793.post-3646091261186867852</id><published>2007-03-05T10:02:00.000-03:00</published><updated>2007-03-05T19:36:39.243-03:00</updated><title type='text'>A nossa primeira história</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_t_I6AIPuSCY/ReyC628dStI/AAAAAAAAABs/6siMKPT7DO8/s1600-h/flor+araucaria.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5038546030813858514" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_t_I6AIPuSCY/ReyC628dStI/AAAAAAAAABs/6siMKPT7DO8/s400/flor+araucaria.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#cccccc;"&gt;Aprendi que a psicanálise propõe que o tempo não passa, que é um real que retorna sempre no mesmo lugar. A história de destruição,parte da nossa luta pela conservação ambiental, faz-me pensar nisso, como se fosse esse real que retorna sempre e nos assombra.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#cccccc;"&gt;No entanto, acredito que existe algo a mais, da ordem da POSSIBILIDADE, que nos diz que essa repetição pode parar desde que algo de NOVO aí se instale. Eu não tenho ainda essa resposta mas &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;NASIO&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn1" href="http://www2.blogger.com/post-edit.g?blogID=4577572015085597793&amp;postID=3646091261186867852#_ftn1" name="_ftnref1"&gt;&lt;span style="color:#cccccc;"&gt;[1]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#cccccc;"&gt; (1999) diz: &lt;em&gt;“(...) a vontade, um desejo ferrenho de saber (...) para apreender as causas secretas que movem um ser é preciso e acima de tudo , descobrir essas causas em si mesmo, voltar a si (...) emprestar o próprio eu ao desejo de desvendar um enigma (...). &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#cccccc;"&gt;Germano &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;Woehl&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;Jr&lt;/span&gt;. , do Instituto Rã-Bugio, uma &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;ONG&lt;/span&gt; de Santa Catarina que " cuida de cuida de sapos, rãs e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;pererecas&lt;/span&gt;, briga com as &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;motosserras&lt;/span&gt; que lanham as últimas &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;grotas&lt;/span&gt; de Mata Atlântica no interior do estado e raspa seus cofres de assalariado para comprar relíquias da floresta, antes que os proprietários as destruam[2]" conta para nós sobre o seu sentimento de paixão pela Mata das &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;Araucárias&lt;/span&gt;. &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#cccccc;"&gt;( &lt;a href="http://www.ra-bugio.org.br"&gt;http://www.ra-bugio.org.br&lt;/a&gt; )&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5038553143279700706" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_t_I6AIPuSCY/ReyJY28dSuI/AAAAAAAAAB0/g4RRwg9naiY/s400/filomedusa.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#cccccc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#cccccc;"&gt;Para mim, histórias como estas são pistas desse enigma que nos move em busca de lutar pelo o que acreditamos. Essa, primeira de tantas outras histórias que aí estão sendo contadas, ou mesmo aquelas que infelizmente nunca ouviremos, me fala desse algo NOVO que procuro, me conta que mesmo que o horror da destruição esteja momentaneamente instaurado as possibilidades do que disso advém ainda são maravilhosas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ccffff;"&gt;&lt;strong&gt;UM &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;PEDACINHO&lt;/span&gt; DE FUTURO ?&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ccffff;"&gt;Eu nasci e vivi até meus 17 anos em &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;Itaiópolis&lt;/span&gt;, município do planalto norte de Santa Catarina, campeão em &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;desmatamento&lt;/span&gt; de Mata de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;Araucárias&lt;/span&gt;, entre 1985 e 1996. E já bastante devastado quando vivi lá, bem antes desse período. A Floresta Atlântica densa eu só fui conhecer quando tinha 14 anos, numa excursão para o litoral.&lt;br /&gt;Foi paixão a primeira vista! Lembro-me até hoje daquele cenário deslumbrante da Serra do Mar &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_12"&gt;catarinense&lt;/span&gt;, com uma natureza que parecia intacta – e realmente era, quase intacta. Este é o lugar! – pensei. Na primeira oportunidade, anos mais tarde, em 1994, finalmente adquirimos um pedaço do paraíso, em &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_13"&gt;Guaramirim&lt;/span&gt;, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_14"&gt;SC&lt;/span&gt;. São apenas 5 hectares, mas nas bordas de um extenso fragmento preservado, separado apenas por uma estrada da área contínua, que segue até a Serra Dona Francisca (Serra do Mar), em &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_15"&gt;Joinville&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;Já nos primeiros dias as expectativas foram superadas, e muito. Fiquei extasiado com a quantidade de bichos. Para onde dirigia meus olhos, via algo diferente. À noite, com uma lanterna, presenciei o maior &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_16"&gt;espetáculo&lt;/span&gt; da minha vida: observei 16 espécies de anfíbios, coaxando numa única noite, e numa quantidade impressionante de cada espécie! Saí ensurdecido das margens da lagoa, devido aos estridentes coaxares dessas magníficas criaturas, que exercem sobre mim um enorme fascínio desde a infância. &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5038544239812496066" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_t_I6AIPuSCY/ReyBSm8dSsI/AAAAAAAAABk/g1CXL789GW4/s400/sapinho" border="0" /&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="color:#800080;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;/p&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ccffff;"&gt;O grande interesse em lutar pela conservação da natureza começou a se intensificar a partir desse momento. Um profundo sentimento de compaixão por todas as criaturas do paraíso começou a me dominar. Era necessário começar a fazer alguma coisa para salvá-las, além da compra daquela área. Sabia das possíveis &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_17"&gt;conseqüências&lt;/span&gt; dos &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_18"&gt;desmatamentos&lt;/span&gt; intensos, que ocorriam por todos os lados e que, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_19"&gt;lamentavelmente&lt;/span&gt;, ainda não cessaram. Já havia perdido a ilusão de fazer daquela área uma Arca de Noé, mesmo protegida com unhas e dentes. Para salvar a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_20"&gt;biodiversidade&lt;/span&gt; era necessário fazer muito mais: era preciso sensibilizar as pessoas para terem o mesmo sentimento.&lt;br /&gt;Então, eu e a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_21"&gt;Elza&lt;/span&gt;, minha esposa, decidimos ir à luta. Encaramos a defesa da Mata Atlântica como nosso &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_22"&gt;projeto&lt;/span&gt; de vida. Com nossa dedicação logo obtivemos apoio da Fundação O Boticário de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_23"&gt;Proteção&lt;/span&gt; à Natureza e, mais tarde, da Fundação &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_24"&gt;Avina&lt;/span&gt;, que nos apoiou na criação de uma organização não-governamental (&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_25"&gt;ONG&lt;/span&gt;), o Instituto Rã-bugio para Conservação da &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_26"&gt;Biodiversidade&lt;/span&gt;, como forma de institucionalizar nossas &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_27"&gt;ações&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;O que me surpreende é o fato de estarmos há mais de 10 anos lá, com o olho atento a tudo, e a cada dia vemos um bicho diferente. A cada instante surge uma espécie de pássaro diferente, uma lagarta, uma mariposa... E não é só bicho pequeno, não. No ano passado, uma onça parda deixou suas pegadas a dois metros da nossa casa, entrou em disputa com uma &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_28"&gt;jaguatirica&lt;/span&gt; pelos nossos gansos de estimação, os únicos guardas da casa. E acabaram por devorar todos os sete, em poucas semanas.&lt;br /&gt;Esse &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_29"&gt;pedacinho&lt;/span&gt; da Mata Atlântica me ensinou muita coisa, mostrou-me a necessidade e urgência em combater a ganância do homem, que não quer dar nenhuma &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_30"&gt;chance&lt;/span&gt; à perpetuação dessa extraordinária quantidade de formas de vida. O ataque impiedoso aos últimos vestígios da Mata Atlântica original torna, de acordo com a Ciência, bastante incerta a sobrevivência do que resta dessa nossa &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_31"&gt;mega&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_32"&gt;biodiversidade&lt;/span&gt;. Para uma sociedade egoísta, interessada apenas em buscar meios de transformar a natureza em dinheiro, não tenho nenhuma ilusão de que será uma tarefa fácil difundir outros valores. Mas para as gerações futuras da nossa própria espécie, capazes, talvez, de deter esse terrível e insaciável poder de destruição, mantemos um paciente programa de educação ambiental. Quem sabe elas sigam com a missão de mudar aqueles que parecem determinados a aniquilar todas as formas de vida do planeta?&lt;br /&gt;Germano &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_33"&gt;Woehl&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_34"&gt;Jr&lt;/span&gt;. (&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;a href="mailto:germano@ra-bugio.org.br"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ccffff;"&gt; germano@ra-bugio.org.br&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ccffff;"&gt; ) é doutor em Física e Coordenador de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_35"&gt;Projetos&lt;/span&gt; do Instituto Rã-bugio para Conservação da &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_36"&gt;Biodiversidade&lt;/span&gt; (&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;a href="http://www.ra-bugio.org.br/"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ccffff;"&gt; www.ra-bugio.org.br&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ccffff;"&gt; )&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#cccccc;"&gt;[1] &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_37"&gt;NASIO&lt;/span&gt;, Juan-&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_38"&gt;Davi&lt;/span&gt;. O prazer de ler Freud. Rio de Janeiro: Jorge &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_39"&gt;Zahar&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_40"&gt;Ed&lt;/span&gt;. 1999. P. 12.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#cccccc;"&gt;[2] Corrêa, Marcos Sá.Sinais da Vida. Fundação Boticário,2005.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4577572015085597793-3646091261186867852?l=historiasambientais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historiasambientais.blogspot.com/feeds/3646091261186867852/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4577572015085597793&amp;postID=3646091261186867852' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577572015085597793/posts/default/3646091261186867852'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577572015085597793/posts/default/3646091261186867852'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historiasambientais.blogspot.com/2007/03/nossa-primeira-histria.html' title='A nossa primeira história'/><author><name>Ana Lizete Farias</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_t_I6AIPuSCY/ReyC628dStI/AAAAAAAAABs/6siMKPT7DO8/s72-c/flor+araucaria.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4577572015085597793.post-5080851495626300213</id><published>2007-03-01T17:23:00.000-03:00</published><updated>2007-03-11T20:05:21.325-03:00</updated><title type='text'>A Floresta na Poesia</title><content type='html'>&lt;script src="http://www.google-analytics.com/urchin.js" type="text/javascript"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/script&gt;&lt;br /&gt;&lt;script type="text/javascript"&gt;&lt;br /&gt;_uacct = "UA-1463678-1";&lt;br /&gt;urchinTracker();&lt;br /&gt;&lt;/script&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_t_I6AIPuSCY/Rec2jHJ5BvI/AAAAAAAAABY/3mN7lPwrNuE/s1600-h/Irati.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5037054685081044722" style="CURSOR: hand" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_t_I6AIPuSCY/Rec2jHJ5BvI/AAAAAAAAABY/3mN7lPwrNuE/s400/Irati.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#cccccc;"&gt;Na Floresta do Alheamento&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#cccccc;"&gt;(um recorte dos escritos de Fernando Pessoa)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(...) Lá fora a antemanhã tão longínqua! A floresta tão aqui ante outros olhos meus! E eu, que longe dessa paisagem quase a esqueço, é ao tê-la que tenho saudades dela, é ao percorrê-la que a choro e a ela aspiro (...)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;(&lt;a href="http://www.revista.agulha.nom.br/1fpessoa039p.html"&gt;www.revista.agulha.nom.br/1fpessoa039p.html&lt;/a&gt;)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4577572015085597793-5080851495626300213?l=historiasambientais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historiasambientais.blogspot.com/feeds/5080851495626300213/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4577572015085597793&amp;postID=5080851495626300213' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577572015085597793/posts/default/5080851495626300213'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577572015085597793/posts/default/5080851495626300213'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historiasambientais.blogspot.com/2007/03/floresta-na-poesia.html' title='A Floresta na Poesia'/><author><name>Ana Lizete Farias</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_t_I6AIPuSCY/Rec2jHJ5BvI/AAAAAAAAABY/3mN7lPwrNuE/s72-c/Irati.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4577572015085597793.post-612230929994032823</id><published>2007-02-28T21:35:00.000-03:00</published><updated>2007-03-01T15:06:29.329-03:00</updated><title type='text'>A cultura da degradação</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cccccc;"&gt;Em meados de 1820, inicia-se uma uma nova onda de colonização européia com novos valores e padrões tecnológicos . A partir deste momento, machados, serras (traçadores), cunhas e a força bruta escreveram um novo capítulo da história de exploração da Araucária angustifolia, o popular pinho brasileiro. Comparada às melhores madeiras oriundas do hemisfério norte, a araucária passa a revestir desde o piso da nobreza européia até o telhado das casas dos caboclos sulinos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;color:#ccffff;"&gt;&lt;em&gt;Na Exposição de Viena, realizada em 1873, o Brasil recebeu dois diplomas de honra: um, pelo café (plantado sobre os escombros da floresta) e, outro, dado à Companhia Florestal Paranaense, que levou entre outras amostras, um pinheiro (Araucária angustifolia), de 33 metros de altura, que foi remontado com ajuda de grandes andaimes (da mesma madeira).&lt;br /&gt;O objetivo da exposição era mostrar aos europeus as vantagens desta extraordinária árvore que produzia tábuas, nós, frutos, resina e carvão.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;color:#ccffff;"&gt;&lt;em&gt;(Fonte: Saudade do Matão, Tereza Urban).&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ccffff;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5036668043535124162" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_t_I6AIPuSCY/ReXW5nJ5BsI/AAAAAAAAAA0/yRr8M8GW6Xc/s320/foto+antiga1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#cccccc;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Pátio da Serraria da South Brazilian Lumber and Colonization, 1920, Porto União-SC.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#cccccc;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#cccccc;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#cccccc;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#cccccc;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5036670903983343314" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_t_I6AIPuSCY/ReXZgHJ5BtI/AAAAAAAAABE/xytZFN0JA4c/s320/fotoantiga2.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#cccccc;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#cccccc;"&gt;Cortes das Araucárias para exportação.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#cccccc;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#cccccc;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#cccccc;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#cccccc;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Fonte: A Mata Atlântica e você, 2002 -Fotos de Luiz Szczerbowski)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4577572015085597793-612230929994032823?l=historiasambientais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historiasambientais.blogspot.com/feeds/612230929994032823/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4577572015085597793&amp;postID=612230929994032823' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577572015085597793/posts/default/612230929994032823'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577572015085597793/posts/default/612230929994032823'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historiasambientais.blogspot.com/2007/02/cultura-da-degradao.html' title='A cultura da degradação'/><author><name>Ana Lizete Farias</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_t_I6AIPuSCY/ReXW5nJ5BsI/AAAAAAAAAA0/yRr8M8GW6Xc/s72-c/foto+antiga1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4577572015085597793.post-7656059007035111900</id><published>2007-02-28T12:46:00.000-03:00</published><updated>2007-03-11T20:06:01.393-03:00</updated><title type='text'>A Floresta e a Imaginação</title><content type='html'>&lt;script src="http://www.google-analytics.com/urchin.js" type="text/javascript"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/script&gt;&lt;br /&gt;&lt;script type="text/javascript"&gt;&lt;br /&gt;_uacct = "UA-1463678-1";&lt;br /&gt;urchinTracker();&lt;br /&gt;&lt;/script&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cccccc;"&gt;Nunca havia pensado que, enquanto geóloga, com uma formação tão específica, voltada para o estudo da terra, suas formações, estruturas, poderia trabalhar com meio ambiente.Uma Floresta, A Floresta exerce , no entanto, um fascínio, mexe em nosso imaginário e nos seduz. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cccccc;"&gt;Maria Rita Kelh,psicanalista, num artigo denominado "&lt;span style="color:#ccccff;"&gt;Reservas Ambientais, Reservas do Imaginário"&lt;/span&gt; nos fala necessidade da natureza em estado bruto para sobrevivermos. Escreve a psicanalista "&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#333333;"&gt; &lt;span style="color:#ffffff;"&gt;As reservas naturais, mesmo para quem nunca saiu de um apartamento na avenida Paulista,são reservas do nosso imaginário. Mesmo quem nunca pisou na Antártida ou na Amazôniasabe que habita um planeta onde vivem araras e pinguins, onde existem grandes florestas e grandes geleiras, onde nem tudo tem a cara da nossa civilização.Precisamos das reservas naturais como reservas de mistério, de desconhecido,reservas para nosso fascínio e nosso medo. Reservas de escuridão. Já pensaram que a escuridão total, completa, de uma noite sem lua e sem estrelas, é quase uma desconhecida para a maioria de nós? Reservas de silêncio, como no deserto. Reservas de cheiros estranhos, que nos remetem a um mundo sem humanidade, o mundo das nossasorigens perdidas no tempo. Reservas de memória, da memória da espécie, impossível de se guardarem computador. Reservas para o inconsciente. Reservas de humildade, onde devemos ser lembrados da insignificância de nossa condição no universo. Reservas de instintos, de pulsões, de fúria, de desamparo. Nós não seríamos humanos se não existissem as grandes reservas naturais".&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cccccc;"&gt;Assim eu percebo a história da Araucária, uma Floresta que tentamos esquecer mas mesmo tão pouca (menos de 0,5% no Estado do Paraná) ela faz parte do nosso imaginário, traz lembranças nem tão antigas para muitos, memórias de infância, de tempos felizes. Também reatualiza, a todo instante, nossa memória sobre episódios tristes da intervenção humana simplificativa que a coloca em colapso.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4577572015085597793-7656059007035111900?l=historiasambientais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historiasambientais.blogspot.com/feeds/7656059007035111900/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4577572015085597793&amp;postID=7656059007035111900' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577572015085597793/posts/default/7656059007035111900'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577572015085597793/posts/default/7656059007035111900'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historiasambientais.blogspot.com/2007/02/floesta-e-imaginao.html' title='A Floresta e a Imaginação'/><author><name>Ana Lizete Farias</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4577572015085597793.post-8454268942750429443</id><published>2007-02-28T01:07:00.000-03:00</published><updated>2007-03-11T20:10:27.691-03:00</updated><title type='text'>Iniciando...</title><content type='html'>&lt;script src="http://www.google-analytics.com/urchin.js" type="text/javascript"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/script&gt;&lt;br /&gt;&lt;script type="text/javascript"&gt;&lt;br /&gt;_uacct = "UA-1463678-1";&lt;br /&gt;urchinTracker();&lt;br /&gt;&lt;/script&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5036360412207580818" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_t_I6AIPuSCY/ReS_HHJ5BpI/AAAAAAAAAAM/Lxgr09uT_8c/s320/Arauc%C3%A1ria.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#cccccc;"&gt;Histórias ambientais pretende ser um misto de escritos, palavras, imagens sobre os caminhos que trilho em busca do entendimento sobre a conservação ambiental no Brasil. Expressará meus conhecimentos..ainda poucos -com certeza - minhas dúvidas, minhas angústias. Falar do Outro , a quem chamo Ambiente Que nos Cerca , será muitas vezes feito através de uma colagem..fragmentos reunidos de outros saberes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#cccccc;"&gt;Com a ajuda do fotográfo Miguel Von Berh, que fez um trabalho fotográfico incrível sobre a Floresta com Araucária no Paraná, através das FLONAS (Florestas Nacionais) em 2005, vou iniciar pretendendo contar a história dessa floresta.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;color:#000000;"&gt;&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_t_I6AIPuSCY/ReTCJnJ5BqI/AAAAAAAAAAU/mHOTgW2ytyg/s1600-h/AraucÃ¡ria+Amarela.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5036363753692137122" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" height="184" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_t_I6AIPuSCY/ReTCJnJ5BqI/AAAAAAAAAAU/mHOTgW2ytyg/s320/Arauc%C3%A1ria+Amarela.jpg" width="292" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4577572015085597793-8454268942750429443?l=historiasambientais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historiasambientais.blogspot.com/feeds/8454268942750429443/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4577572015085597793&amp;postID=8454268942750429443' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577572015085597793/posts/default/8454268942750429443'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577572015085597793/posts/default/8454268942750429443'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historiasambientais.blogspot.com/2007/02/iniciando.html' title='Iniciando...'/><author><name>Ana Lizete Farias</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_t_I6AIPuSCY/ReS_HHJ5BpI/AAAAAAAAAAM/Lxgr09uT_8c/s72-c/Arauc%C3%A1ria.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
